| Eleição Geral |
ELEIÇÃO GERAL DA APROSEP/SM Conforme prevê o estatuto, será realizada eleição geral para os cargos eletivos da aprosep/sm, em outubro de 2010 e todos os sócios titulares fundadores e efetivos tem direito de votar e ser votado nos termos estatutários OS CARGOS ELETIVOS SÃO: DIRETORIA EXECUTIVA: Presidente Vice-presidente Diretor financeiro Diretor social Diretor administrativo Diretor jurídico (Cada Diretor Deverá Ter Um Suplente) CONSELHO FISCAL: Presidente Vice-presidente Cinco conselheiros efetivos Três conselheiros suplentes INTERESSADOS EM COMPOR A CHAPA DEVEM: 1. Comparecer na sede da APROSEP/SM e retirar o formulário de formação e inscrição da chapa; 2. Preencher o formulário com o nome dos associados e os respectivos cargos eletivos; 3. Entregar o formulário preenchido com a formação completa da chapa na administração da APROSEP/SM, para ser encaminhado a comissão eleitoral. PRAZO DE INSCRIÇÃO: De 20/07/2010 a 30/08/2010 REQUISITOS PARA CANDIDATAR-SE: 1. Ser sócio titular efetivo fundador ou sócio titular efetivo, no mínimo, há dois anos; 2. Inscrever –se em uma única chapa; 3. A chapa deverá apresentar candidatos a todos os cargos eletivos, inclusive os suplentes; 4. Obter a aprovação da inscrição pela comissão eleitoral; 5. A comissão eleitoral irá aprovar ou não as inscrições de acordo com o previsto no estatuto da aprosep/am; 6. Inscrever-se no prazo estipulado pela comissão eleitoral; Os formulários para inscrição da chapa e termos de filiação a chapa, encontra-se a disposição dos sócios candidatos na administração da aprosep/sm. A data e o local da eleição serão publicados com antecedência minina de 15 dias em data oportuna , a ser definida pela comissão eleitoral. |
| Policiais querem polícia única e civil |
| Escrito por Adm | |||
| Ter, 25 de Agosto de 2009 18:27 | |||
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Pesquisa aponta que profissionais aprovam um novo modelo na segurança
Com 64.130 questionários respondidos, a pesquisa O Que Pensam os Profissionais de Segurança Pública, no Brasil, será divulgada hoje, em Brasília. As respostas ajudam a compreender e a interpretar a atuação das polícias no país.
Ao responderem a pergunta “Qual o modelo ideal de polícia?”, 35% defenderam a unificação das corporações, longe da disciplina e do rigor militar, e 15% manifestaram-se pela criação de uma única polícia militarizada. Mas a maioria (50%) defende uma nova e única polícia. Atuação condicionada a um determinado tipo de crime foi defendida por 12%. Para Marcos Rolim, professor de Direitos Humanos do Centro Universitário Metodista do Rio Grande do Sul (IPA) e um dos três pesquisadores responsáveis pelo estudo, o fato de a metade defender a unificação deve ser interpretado com cautela. – Em todo mundo moderno, a tendência é diversificação de polícias, criando mais outras forças. As polícias enormes, pesadas, são ineficientes e difíceis de administrar – opina Rolim. Maioria diz que tolera corrupção dos colegas Para o pesquisador, os dados indicam “necessidade de mudança”. – A constatação mais importante é que os policiais não estão satisfeitos com o modelo de polícia existente – opina Rolim. Diretor da Academia da Polícia Civil do Rio Grande do Sul (Acadepol), delegado Mario Wagner acredita que os resultados indicam necessidade de se repensar as polícias. – As polícias hoje precisam defender as garantias individuais do cidadão, nas suas relações entre si. É uma mudança de foco no sentido de se buscar uma prestação de serviços mais eficiente – pondera o delegado. Com 29 anos de dedicação à Polícia Civil, Wagner defende a preservação da identidade das duas corporações bicentenárias: – Juntar as duas identidades, agora, seria um fracasso. O conteúdo de algumas respostas é revelador. Ao responderem, por exemplo, o que fariam se flagrassem um colega recebendo propina, 42% disseram que conversariam e pediriam que o parceiro não fizesse mais e 25% fingiriam não terem visto a cena – ou seja, 65% não prenderiam em flagrante o corrupto. Um em cada cinco denunciaria o companheiro de corporação e apenas 2% pediriam para dividir a propina. – Fica evidente as limitações de formação e de compromisso moral de parte dos policiais brasileiros – alerta Rolim. Tortura faz parte da rotina de formação Oficiais e praças da Polícia Militar dizem que a tortura é recorrente na formação da corporação, como revela a pesquisa “O que pensam os profissionais de segurança pública, no Brasil”. Consultados pela internet, 26,7% dos oficiais e 25,5% dos praças disseram terem sido vítimas de tortura em treinamentos ou fora dele. Na pesquisa, considera-se tortura qualquer imposição deliberada de sofrimento físico ou mental, como define a legislação brasileira. Não se está falando, portanto, de choque elétrico ou sessões de pau-de-arara. Além de submetidos a treinamentos traumáticos, a maioria dos PMs tem salários aviltados: 83% dos praças sustentam suas famílias com até R$ 2 mil. Eventuais exageros, manifestados pelos PMs, e salários achatados pode ter repercussão na atividade. – Dá para entender a dinâmica violenta dos policiais – diz Marcos Rolim, um dos pesquisadores. Comandante-geral da Brigada Militar, o coronel João Carlos Trindade tem visão diferente. Para o oficial, não existe hipótese de 20% dos militares sofrerem “tortura” na formação. – Se os policiais que responderam consideram qualquer desconforto físico ou mental como tortura, o percentual poderia ser até maior. Mas não há tortura. O que existe é um treinamento exigente – pondera Trindade. Na Polícia Civil a realidade é diferente. Apenas 9,8% dos agentes e 10,7% dos delegados reclamaram de tortura em suas formações. Os vencimentos também são mais vantajosos para os escalões inferiores da corporação: 52% recebem até R$ 2 mil. O estudo aferiu algumas obviedades. Uma delas é que o bico foi institucionalizado nas duas polícias: 60% dos praças e mais da metade dos oficiais (55%) disseram que a “maioria” dos seus colegas tem outro emprego. Na PC, os percentuais são menores, mas continuam elevados: 48,9% dos agentes e 40,8% dos delegados marcaram a mesma resposta. Fonte: ZERO HORA
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